Aprendendo a amar.


Procuro à  flor perdida,
procuro a minha paixão desmedida.
Cadê a minha alma ferida?
Talvez foi uma doce magia,
Do meu tempo de menina.

Me perdi no momento em que te vi,
parei de olhar, pois comecei à  flutuar
tamanho era o meu brilho no olhar.

Da alegria eu fiz o mar
da lua a me guiar,
das estrelas a amar,
Fiz você, a minha história a contar.

Das pétalas a puxar
beijo cada uma a segurar.
Não via a hora de acabar
para ver o que isso ia dar.

Não sabia se era bem, ou mal me quer,
mas sabia que isso não iria cessar
a minha vontade de procurar,
o rosto que vi, é do homem que vou amar.

2 Comentários

  1. Penso que aquele que habita nos pensamentos de uma menina apaixonada virou poema, seu nome virou o mais doce de todos os temas, sua lembrança se transformou na mais pura das evocações de felicidade. E, se ele também ama essa menina, o mundo é pequeno para eles dois. E eu estava aqui, na madrugada, lendo esse teu poema tão belo, tão singelo, tão apaixonadinho, e pensei: é... essa menina poetisa deve guardar um nome no seu pensamento... (Risos).
    Belíssimo. Não deves cessar de amar...
    Un abbraccio

    Luc

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    1. Que bonito! Obrigada.
      Ah, creio que essa menina guarda, guarda alguém em seu pensamento... (sorriso).
      Obrigada por passar aqui, bom final de semana. \õ

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